Por que um baú?

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Poema

Linhas sem sentido
(Weverson Garcia de Oliveira)

Resumindo a frase em verso
transforma a verdade em oposto
o que era agora inverso
do sentir a doce o amargo gosto

Nem verso a rima me traz
vazio o sentido se esvai
talvez houve o sentido que faz
na incerteza incerta que trai

Dizer a verdade, me nega
quem sabe a mentira prevalece
e o sentimento se esquece
da jura eterna de quem se apega

Raposa ardilosa me enfeitiçou
seus olhos brilhantes na noite
prefiro das dores o acoite
mas ele seus olhos me tirou

Não tive se quer a má sorte
de no tropeço louco perder
essa louca sentença, viver
se nem ela me quer, a morte

Larguei das rimas mortais
quem sabe uma brilhante a de vir
e colocar no meu rosto o que jaz
um dia eu tinha e nem vi sair

Um riso perdido na noite, que bela
largando a taça na cama
sabendo os lábios, era ela
a quem esse peito inda ama.

Pudesse eu arrancar tal sentido
meu peito perdido partiu
e em cacos ninguém mais viu
o que era ou o que ou vera sido

Um peito que agora não bate
se quer geme , vencido
apanha a cada segundo seguido
esperando a parada que o mate.

Esse peito já foi bem vivido
entregou-se de verdade ao combate
mas hoje, sozinho sentido
ainda vive a amar-te


As vezes eu escrevo pensando que alguém especial vai ler. pensando que ao terminar isso ela poderia entrar aqui ler e comentar, que seria diferente uma história... mas na verdade eu devo admitir. o destino faz o que quer da nossa vida... e como em um texto eu a pouco disse.
O rio é nosso destino... a gente pode se afastar dele, e achar que ele não faz mais nada de importante que não esta presente... mas basta fechar os olhos um pouco que se escuta o som dele... mesmo que distante...
O pior de tudo é que posto esse caminho longo todo esse tempo... queria eu dize que não existe mais nem sombra do que foi... mas mentiria pra mim... é como o rio mesmo... que corre e vai dia apos dia corroendo a pedra e onde antes era plano... hoje é uma grande falésia...

Odeio essa ampulheta que gira, gira e gira... mas são sempre os mesmos grãos que caem... não creio mais em destino...
bem... esse poema foi escrito pensando em alguém especial... e acho que cabe a mim dizer que espero que seja feliz, apenas seja feliz.

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